segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Boas festas!


Venho só desejar um feliz Natal e um bom ano novo a todos.
Que 2009 seja melhor que 2008.
3 desejos para o novo ano:
- Respeito
- Honestidade
- Lealdade
3 entre outros tantos. Salientei aqueles princípios que prezo muito e tento manter em relação a outras pessoas, mas que falham na relação dos outros comigo.
Tudo de bom para vocês, obrigada por acompanharem o meu blog e até 2009.
*****

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Sopro do coração - Clã



Sim, o amor é vão
É certo e sabido
Mas então (Porque não)
Porque sopra ao ouvido
O sopro do coração
Se o amor é vão
Mera dor mero gozo
Sorvedouro caprichoso
No sopro do coração
No sopro do coração

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do
Corpo no turbilhão

Sopra doido
E o que foi do
Corpo alado
Nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas
Raras

Corto em dois limão
Chego o ouvido
Ao frescor
Ao barulho
À acidez do mergulho
No sangue do coração
Pulsar em vão
É bem dele É bem isso
E apesar disso eriça a pele
O sopro do coração
O sopro do coração

Mas nisto o vento sopra doido
E o que foi do
Corpo no turbilhão

Sopra doido
E o que foi do
Corpo alado
Nas asas do turbilhão
Nisto já nem de ar precisas
Só meras brisas
Raras

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Desencontro - Simone feat. Luís Represas



Se ela pressentisse
O olhar que me devolve
As ânsias sem idade
Os olhares ao espelho sem piedade
A verdade foge trémula e sem serenidade

Se ele sentisse
Só por uma vez
Que paro quando fala
Que rio quando olha
E coro quando é para mim
E quero que me agarre

Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero


Ela vai rir-se quando lhe contar
Que um dia quis dar-lhe o mundo
Mas não a soube chamar
O seu cheiro passa solto
E leve como o ar

Ele vai ter um sonho por guardar
O tempo não tem escolha
E a alma passou longe
Adeus! Será que é Adeus?
Eu não te perco mais

Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero

Se ela pressentisse
O olhar que me devolve
As ânsias sem idade
Os olhares ao espelho sem piedade
A verdade foge trémula e sem serenidade

Se ele sentisse
Só por uma vez
Que paro quando fala
Que rio quando olha
E coro quando é p'ra mim
E quero que me agarre

Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero

Ela nem imagina
Ele nunca me vai ver
Volto a cruzar-me com ela
Fingindo não o ver
E por isso nunca
Ele nunca vai saber
O quanto eu te quero

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Invisível


Os teus olhos, ai os teus olhos...
Lindas gotas de orvalho a brilhar à luz dos primeiros raios de sol,
Numa pequena folha de cor dourada.
O teu sorriso... o teu sorriso ilumina a minha vida,
Brindas-me com um sorriso rasgado, aqueces o meu coração
E sinto que posso viver mil anos,

tendo apenas o teu amor como alimento.
Em cada esquina nesta cidade imensa, acompanho os teus passos e perdida, entre a multidão, observo-te.
Um amor platónico ao qual ainda não lhe consigo chegar, tocar, sentir, saborear, cheirar...
Irei ganhar coragem e na tua passagem, dir-te-ei que te amo

somente na esperança
Que o teu olhar me veja quando para todos eu sou invisível
E finalmente me encontre em ti meu amor.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Autopsicografia - Fernando Pessoa




O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração