quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Invisível


Os teus olhos, ai os teus olhos...
Lindas gotas de orvalho a brilhar à luz dos primeiros raios de sol,
Numa pequena folha de cor dourada.
O teu sorriso... o teu sorriso ilumina a minha vida,
Brindas-me com um sorriso rasgado, aqueces o meu coração
E sinto que posso viver mil anos,

tendo apenas o teu amor como alimento.
Em cada esquina nesta cidade imensa, acompanho os teus passos e perdida, entre a multidão, observo-te.
Um amor platónico ao qual ainda não lhe consigo chegar, tocar, sentir, saborear, cheirar...
Irei ganhar coragem e na tua passagem, dir-te-ei que te amo

somente na esperança
Que o teu olhar me veja quando para todos eu sou invisível
E finalmente me encontre em ti meu amor.

8 comentários:

Mél disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Clara disse...

Mél,

deves ser mesmo uma pessoa muito doce! Estas palavras transbordam ternura.

Beijinhos do tamanho do universo

Mél disse...

Obrigada pelos comentários Clara. :)*****

Lita disse...

O amor platónico é o mais belo botão de rosa, tem uma beleza rara, um aroma divino!
Mas o toque inexistente é o espinho cruel, que machuca,terás coragem por certo para ultrapassar este espinho, e alcançar o teu amor!

Mél disse...

Exacto, o amor platónico é o mais belo e o toque inexistente é a tortura.
Obrigada pelo comentário. :)*****

melomano disse...

Mel...that's sooo beautiful!

beijooo

Vânia Duarte disse...

Tudo o que é platónico acaba por ser mais belo, exactamente por ser idealizado. E no mundo do ideal, a tristeza, o sofrimento, o desgosto e a desilusão ficaram à porta.
Eu no entanto...prefiro o real, não é tão belo é um facto, mas ensina a crescer:-)

Um beijinho!!!!

kris disse...

Lindas palavras...fizeram-me esboçar um sorriso :)

beijo*