
Perco-me por entre memórias da minha imaginação
Ruelas frias e escuras,
Por onde o vento uiva como uma dor agonizante
A minha dor…
Caminho em direcção a nenhures à procura do meu amor
Que está em lugar algum e em todo o lado ao mesmo tempo.
Para onde olhe, vejo-te a ti, para onde vá não te encontro
Sento-me neste banco isolado, num jardim abandonado
Sou apenas mais uma solitária que perdeu o seu lugar ao sol
A sombra cresce acima de mim e envolve-me num manto negro
Ao meu coração não permite que bata livremente,
Acompanha-me para onde quer que eu vá,
Mas continuo na tua procura nesta batalha que travo todos os dias, numa guerra sem fim.
A noite cai, o Sol dá o lugar à Lua, as estrelas cintilam no céu
Olho para cima na esperança que, por ventura, uma qualquer estrela chore de tristeza
E as suas lágrimas te indiquem o caminho até mim.
E finalmente libertes o meu coração desta sombra que o aprisionou,
Para, de novo, bater livremente de amor por ti.
Ruelas frias e escuras,
Por onde o vento uiva como uma dor agonizante
A minha dor…
Caminho em direcção a nenhures à procura do meu amor
Que está em lugar algum e em todo o lado ao mesmo tempo.
Para onde olhe, vejo-te a ti, para onde vá não te encontro
Sento-me neste banco isolado, num jardim abandonado
Sou apenas mais uma solitária que perdeu o seu lugar ao sol
A sombra cresce acima de mim e envolve-me num manto negro
Ao meu coração não permite que bata livremente,
Acompanha-me para onde quer que eu vá,
Mas continuo na tua procura nesta batalha que travo todos os dias, numa guerra sem fim.
A noite cai, o Sol dá o lugar à Lua, as estrelas cintilam no céu
Olho para cima na esperança que, por ventura, uma qualquer estrela chore de tristeza
E as suas lágrimas te indiquem o caminho até mim.
E finalmente libertes o meu coração desta sombra que o aprisionou,
Para, de novo, bater livremente de amor por ti.
Foto retirada de: photo.net/photos/Denis Grzetic