
A dor adensa-se.
Cada dia que passa, a dor adensa-se.
Raios de luz negra entram no meu coração.
Sei que em breve irei partir, deixando-te livre e ficarei ausente em ti.
Não mais te lembrarás de mim, memórias minhas não as tens,
A minha presença em ti não existe,
pedaços de lembranças, minhas, rasgadas vagueando pela tua mente que outrora fora minha... mas não, nunca foi... estive sempre aparte, sempre aparte.
Afastaste-me de ti, empurraste-me para fora da tua vida,
colocaste um sinal de proibido nessa porta que tanto eu queria entrar.
Barraste-me a passagem, fui rejeitada por alguém que dizia me amar.
Hoje sou-te um pequeno porto de abrigo, onde podes fugir e repousar,
para mais tarde ergueres-te e caminhares nessa estrada sem destino.
Amanhã... amanhã não te recordarás de mim, talvez um dia me sonhes e nessa despedida, voltarei trazida pela mão da morte, para te dar um beijo eterno de saudade.
Cada dia que passa, a dor adensa-se.
Raios de luz negra entram no meu coração.
Sei que em breve irei partir, deixando-te livre e ficarei ausente em ti.
Não mais te lembrarás de mim, memórias minhas não as tens,
A minha presença em ti não existe,
pedaços de lembranças, minhas, rasgadas vagueando pela tua mente que outrora fora minha... mas não, nunca foi... estive sempre aparte, sempre aparte.
Afastaste-me de ti, empurraste-me para fora da tua vida,
colocaste um sinal de proibido nessa porta que tanto eu queria entrar.
Barraste-me a passagem, fui rejeitada por alguém que dizia me amar.
Hoje sou-te um pequeno porto de abrigo, onde podes fugir e repousar,
para mais tarde ergueres-te e caminhares nessa estrada sem destino.
Amanhã... amanhã não te recordarás de mim, talvez um dia me sonhes e nessa despedida, voltarei trazida pela mão da morte, para te dar um beijo eterno de saudade.